Há uma década, a Nvidia introduzia a arquitetura Pascal com o acelerador Tesla P100, prometendo “cinco avanços arquitetônicos”. Embora o P100 fosse voltado para data centers, a Pascal se tornaria lendária entre os consumidores com a série GeForce GTX 10.
No lançamento do P100, a Nvidia revelou a arquitetura Pascal, com foco em data centers. Jensen Huang previu que seu poder de processamento de IA ajudaria a resolver os maiores desafios científicos e técnicos da humanidade, desde a cura do câncer até a compreensão das mudanças climáticas.
A arquitetura Pascal era impressionante, especialmente no contexto de data centers:
Em 2016, os jogadores de PC finalmente experimentaram a Pascal com a GeForce GTX 1080. Esta foi a primeira placa de consumo a oferecer:
A maioria dos usuários da Pascal teve contato com a arquitetura através da icônica GTX 1060. Lançada em 2016 a partir de US$250, esta placa de 6GB representou:
Um ano depois, a “rainha” da arquitetura Pascal chegou: a GTX 1080 Ti com 11GB de VRAM. Ela democratizou o desempenho de nível “Titan X” para os jogadores, sendo US$500 mais barata.
Com Pascal, a Nvidia começou a diversificar suas fontes de receita, diminuindo a dependência dos gamers de PC. Embora bom para negócios, muitos entusiastas sentem que a empresa se voltou excessivamente para IA e data centers, com menos foco em hardware para jogos e criadores.
As GPUs Pascal deixaram de receber novos drivers “Game Ready” em outubro passado, mas continuarão a receber atualizações de segurança trimestrais até outubro de 2028, demonstrando sua durabilidade.