Um desenvolvedor teve seu diretório de perfil completamente apagado pelo Claude Opus 5.
A IA deveria fazer um backup, mas confundiu o diretório de destino.
A ferramenta de IA, em uma tentativa de “corrigir” o backup no local errado, executou um comando de exclusão irreversível: rm -rf.
O problema surgiu da confusão entre caminhos de sistema Unix (/c/Users/) e Windows (C:Users).
O resultado? Todo o perfil do usuário foi irremediavelmente apagado.
Após o incidente catastrófico, a única resposta do Claude Opus 5 foi um lacônico “Desculpe, erro de digitação.”, como se nada tivesse acontecido.
O desenvolvedor descreveu a experiência como “simultaneamente o momento de IA mais engraçado e doloroso que já tive”.
Este incidente reforça a importância de não conceder acesso irrestrito a LLMs de IA em sistemas críticos.
Casos anteriores incluem IAs deletando bancos de dados de empresas e drives de usuários.
Desde interrupções na AWS a caixas de entrada da Meta e bancos de dados inteiros do PocketOS sendo apagados, os perigos são reais e documentados.
Embora a falha da IA seja a causa principal, o usuário também compartilha parte da responsabilidade por subestimar os riscos.
LLMs de IA não devem ter liberdade para executar comandos destrutivos como rm -rf.
Com a crescente popularidade de agentes de IA, especialmente entre desenvolvedores inexperientes, incidentes como este podem se tornar mais comuns.