O governo Trump está avaliando uma segunda rodada de tarifas sobre semicondutores, estendendo os impostos de chips para produtos que os utilizam, como laptops, consoles de jogos e servidores de data center.
A Proclamação 11002, de 14 de janeiro, impôs uma taxa de 25% sobre aceleradores avançados específicos (como Nvidia H200 e AMD MI325X), marcando-a como Fase 1.
O Departamento de Comércio foi instruído a reportar sobre o mercado de semicondutores para data centers nos EUA até 1º de julho.
As categorias de isenção sob questionamento incluem: data centers nos EUA, pesquisa e desenvolvimento, startups, reparos, aplicações industriais/consumo fora de data centers e usos no setor público.
O acordo comercial de janeiro de Taiwan prevê tarifas zero para chips taiwaneses dentro de um limite de capacidade de fabricação nos EUA.
A TSMC investiu US$ 265 bilhões no Arizona, mas projeta apenas cerca de 30% de sua capacidade mais avançada lá.
Representantes da indústria alertam que as cotas baseadas na capacidade doméstica atual são insuficientes para a demanda de hiperescaladores, especialmente com o recorde de gastos em IA.
Jonathan McHale, da Computer and Communications Industry Association, compara a construção de data centers a “construir a ferrovia transcontinental” e alerta para riscos de custos e imprevisibilidade.
Lobbyistas da tecnologia têm se reunido com autoridades, mas as discussões recentes parecem desfavoráveis à indústria.
Um porta-voz da Casa Branca defendeu a abordagem, afirmando que o retorno da fabricação de chips aos EUA é uma prioridade.