Achado em Brechó: Mac Pro "Lixeira" de 2013 Dentro de um Mac Pro de 2010

Uma Combinação Inusitada de Gerações Mac Pro que Aguarda Reparo

A Descoberta Inusitada

Recentemente, a Apple confirmou o fim da icônica linha Mac Pro. Mas isso não impede que entusiastas encontrem verdadeiras joias em vendas de garagem, e às vezes, levam duas pelo preço de uma.

  • Achado Duplo: Um usuário no Reddit (u/blank_reg) encontrou um Mac Pro de 2010 em um brechó, com o proprietário mencionando um “barulho” dentro.
  • O Enigma do “Mac Pro Lixeira”: Para a surpresa do comprador, dentro do chassi do Mac Pro de 2010 (que estava esvaziado, com apenas a fonte e conectores do painel frontal), havia um Mac Pro de 2013 (“lixeira”) simplesmente encaixado.
  • Hipótese de Uso: Acredita-se que o chassi do 2010 estava sendo usado como um invólucro para o Mac Pro de 2013, permitindo a montagem de itens de expansão que seriam impossíveis no design circular do 2013.

A Lenda dos Mac Pros

Cada um desses modelos é lendário à sua maneira, representando diferentes filosofias da Apple:

  • Mac Pro 2010: Considerado o auge da modularidade no ecossistema de desktops da Apple. Permitia a atualização de quase tudo: CPU, GPU, RAM, armazenamento, e era até compatível com placas AMD modernas com algumas adaptações. Um contraste total com a abordagem geralmente fechada da Apple.
  • Mac Pro 2013 (“Lixeira”): Priorizou a estética em detrimento da flexibilidade. Era pequeno, silencioso e tinha excelente desempenho gráfico para a época, mas as térmicas eram um ponto fraco. O suporte a GPUs duplas também perdeu relevância. A Apple não atualizou este modelo por 6 anos, e o modelo de 2019 retornou ao design “ralador de queijo” original.

O Desafio da Montagem

  • Falta de Peças: Na configuração encontrada, o Mac Pro de 2010 não tem componentes internos além da carcaça, enquanto o Mac Pro de 2013 possui seus componentes internos, mas está sem sua própria carcaça.
  • Curiosidade Técnica: O Mac Pro “lixeira” (2013) não funciona sem seu case, a menos que um ímã seja mantido perto do botão de energia para ativar o sensor do chassi. Isso explica a engenhosa (e estranha) solução de alojá-lo dentro da “carcaça” gigante de seu predecessor.
Baseado no artigo de Tom’s Hardware