A crescente demanda por Inteligência Artificial está gerando pressão significativa sobre equipamentos, componentes passivos e capacidade da força de trabalho, conforme discutido no SEMICON China 2026.
Líderes de empresas como ACM Research e National Silicon Industry Group destacaram a necessidade de novos equipamentos de fabricação e o aumento da demanda por memória e tecnologias optoeletrônicas.
Enquanto a China é forte em chips de consumo, há um reconhecimento de que o país está significativamente atrás em semicondutores automotivos e para data centers.
A adoção da IA na manufatura é vista como um caminho estratégico para diminuir essa lacuna e impulsionar a inovação.
Executivos concordaram que a expansão internacional requer investimento contínuo, escala de mercado e tecnologias diferenciadas. Apesar das restrições geopolíticas, a entrega de valor aos clientes é fundamental para alcançar mercados estrangeiros.
Espera-se que a IA continue a impulsionar o crescimento do investimento de capital e as atualizações na manufatura para manter a competitividade global.